Navegando por Assunto "Literatura brasileira - Escritores negros"
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Item Desobediência civil na narrativa Quarto de Despejo – diário de uma favelada: a metáfora da desigualdade social(2019) Oliveira, Marta do Nascimento; Moura, Valquíria Maria Cavalcante de; http://lattes.cnpq.br/1979728174658046; http://lattes.cnpq.br/0772766077711750O presente trabalho trata-se de demonstrar a partir de uma análise do perfil psicológico da narradora Carolina Maria de Jesus,o conceito de desobediência civil implícitos na obra Quarto de Despejo. Neste, faz-se uma tentativa de verificar o processo do desenvolvimento das características psicológicas,dos conflitos descritos no espaço e tempo, e em como essa problemática irá delinear a personagem configurada em uma cidadã representante de uma sociedade construída sobre os pilares da injustiça social que desafia um sistema opressor e silenciador através de sua obra.O principal objetivo do estudo pretende assimilar o ensaio Desobediência Civil do filósofo Henry David Thoreau, e assim traçar o conceito a partir do reconhecimento da poética identitária e da narração dos fatos como elementos que arquitetam a narrativa, posto isso,buscamos entender como o direito a literatura transforma-se em emancipação da voz de um determinado e marginalizado corpo social representado no espaço da favela. Para corporificar esta leitura, parte-se das relações que a literatura constrói com a realidade,e como esta,poderá instituir-se como forma de denúncia, exercida pela autora para obter sua libertação da pobreza e ascensão social através da educação. Utilizou-se na pesquisa, para fundamentar a análise desse trabalho, autores como: Antônio Cândido, Anatol Rosenfeld, Henry David Thoreau, dentre outros.Item O testemunho feminino negro em análise: "Quarto de despejo" de Carolina Maria de Jesus(2019) Melo, João Emanoel Medeiros; Pereira, Kleyton Ricardo Wanderley; http://lattes.cnpq.br/8902091363038170; http://lattes.cnpq.br/3124654607152947O presente trabalho propõe uma análise da obra “Quarto de despejo” de Carolina Maria de Jesus, à luz da noção de escrevivência como proposta por Evaristo (2007) e à luz do gênero testemunho proposto por Reis (2002) e Magnobosco (2002). Não apenas porque tanto a noção de escrevivência quanto o gênero testemunho caracterizam a escrita de mulheres subalternas, mas pela falta de trabalhos unindo ambos os fatores na academia. Para tal, propomos uma discussão sobre a literatura negra feminina e o porquê dessa literatura pedir essa adjetivação, além de negar a hegemonia teórico-crítica comum para conceituar e analisar a obra. Para isso utilizaremos Duarte (2005), Bonnici e Zolin (2009), Souza (2018), entre outros autores que discutiram sobre a literatura negra, feminina, e a literatura que é tanto negra quanto feminina e sobre o período em que a obra foi escrita. Conseguimos desenvolver a análise a partir dos fatores descritos, ligando a escrevivência ao gênero testemunho como lupa para a análise.
