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    Aplicação da citometria de fluxo no estudo da resposta imune de pacientes com Leishmaniose tegumentar americana
    (2019) Pereira, Allana Maria de Souza; Hernandes, Valéria Pereira; Oliveira, Beatriz Coutinho de; http://lattes.cnpq.br/1971181834355538; http://lattes.cnpq.br/9260270756078209; http://lattes.cnpq.br/0605182920865262
    A leishmaniose tegumentar americana (LTA) é uma doença infecciosa, não contagiosa, com média de 1,3 milhões de casos anuais. O Brasil apresenta a maior prevalência em notificações nas Américas e o agente específico é a espécie L. [V.] braziliensis. O diagnóstico é comumente realizado por uma associação de fatores clínicos, epidemiológicos e testes laboratoriais. As técnicas de abordagens imunológicas mais utilizadas na rotina laboratorial são a reação de imunofluorescência indireta (IFI) e o ensaio imunoenzimático (ELISA), porém, podem apresentar limitações. Com isso, abordagens imunológicas alternativas vêm sendo estudadas, e uma delas é a citometria de fluxo (CF). Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo avaliar através da citometria de fluxo, a participação da resposta imune humoral no desenvolvimento de lesões cutâneas em indivíduos com a doença ativa antes do tratamento (AT), e naqueles curados após o tratamento (PT). As amostras de soro utilizadas para os testes foram inativadas. Para os ensaios de CF formas promastigotas de L. (V.) braziliensis obtidas a partir da cepa de referência, foram expandidas em meio Schneider´s até atingirem a fase exponencial. Após etapas de lavagem, a concentração de parasitos foi ajustada e fixada no paraformaldeído a 1%. Para os ensaios de IFI e ELISA foram utilizados os antígenos totais da L. (V.) braziliensis. Para a CF e a IFI o anticorpo foi conjugado a um fluorocromo e no ELISA a uma enzima. Como resultados dos ensaios de IFI, dos soros avaliados, 92,85% (13/14) foram positivos AT, 61,54% (8/13) um ano, 70% (7/10) dois anos e 50% (5/10) cinco anos PT foram positivos. No teste de ELISA, 92,8% (13/14) dos pacientes AT foram positivos; e 53,8% (7/13) um ano PT, 88,8% (8/9) dois anos PT e 100% (5/5) cinco anos PT (5/5) continuaram com título positivo para LTA. Para a CF, foram identificados como positivos 86% (12/14) dos pacientes AT e 77% (10/13), 80% (8/10) e 70% (7/10) dos indivíduos, respectivamente, um, dois e cinco anos PT foram negativos para o ensaio de CF. Com a análise das curvas ROC comparando a performance dos três testes, observou-se que área sob a curva (ASC) da IFI (ASC=0,879; IC95%= 0,754-0,954) foi menor do que o teste de citometria de fluxo (ASC= 0,890; IC95%=0,767-0,961), compreendendo um desempenho menor em relação à citometria. Para comparação entre o ELISA e a CF se observou que área sob a curva (ASC) do ELISA (ASC=0,808; IC95%= 0,652-0,915) diferiu da observada para o teste de CF (ASC= 0,896; IC95%= 0,758-0,970), onde novamente a CF apresentou um desempenho superior. Com os resultados obtidos da padronização dos isotipos IgG1, IgG2 e IgG3, pôde se observar que a melhor diluição do isotipo IgG1 foi a diluição 1:400, para o isotipo IgG2, 1:100 e para o isotipo IgG3, 1:200. Na análise da aplicabilidade do isotipo IgG1, foi constatado que AT, 63,2% dos pacientes foram positivos e para os pacientes 1PT, 17,7%; 2PT, 72,8% e 5PT, 12,55% se apresentaram positivos. Dessa forma acredita-se que citometria de fluxo aplica-se ao diagnóstico da LTA por apresentar resultados positivos na presença da doença, sendo superior aos dois testes utilizados na rotina laboratorial para LTA e que a utilização do isotipo IgG1 tem amplas possibilidades para contribuir como um método de diagnóstico mais sensível e específico do que os métodos tradicionais.
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    Relatório de Estágio Supervisionado Obrigatório realizado no Laboratório de Microbiologia e Imunologia do Departamento de Biologia da UFRPE
    (2024-02-19) Silva, Esterfani Pereira da; Ludke, Maria do Carmo Mohaupt Marques; http://lattes.cnpq.br/4629657233206289; http://lattes.cnpq.br/3144149210017027
    Dentro do campo das ciências, a microbiologia é a área que tem como objetivo estudar os microrganismos, que inclui uma diversidade de organismos unicelulares que apresentam diferentes formas de organização, podendo ser identificados vivendo de forma agrupada ou isolada e, seres acelulares, correspondente aos vírus. Além disso, a microbiologia também abrange o estudo de organismos eucarióticos, como é o caso das algas, protozoários e fungos, e procarióticos, que neste caso, são as bactérias e archaeas (Duarte, 2020). Os microrganismos estão inseridos e distribuídos em todo ecossistema do planeta, sendo conhecidos pela sua ampla biodiversidade e capacidade de biotransformação dos elementos presente na biosfera da terra, processo essencial, que garante a sobrevivência e continuidade do ecossistema, por conseguinte, da vida (Martin; Lindner, 2022). Com o avanço da ciência e tecnologia, que possibilitou novos estudos, tornou-se possível a utilização desses organismos para a fabricação de fármacos, desenvolvimento de moléculas e enzimas de uso industrial, assim como, na produção de diversos alimentos e bebidas, principalmente dos que se utilizam do processo de fermentação, como os queijos, pães, vinho, cerveja, vinagre, leites fermentados (Barreto; Silva, 2020). É sabido que existem vários microrganismos que habitam o trato gastrointestinal de animais de sangue quente, como os humanos, estabelecendo uma relação saudável e benéfica para o corpo, esses inúmeros microrganismos constituem a microbiota intestinal, auxiliando na digestão de alimentos, proteção contra patógenos e participando na produção de vitaminas (Nova et al., 2021). Entretanto, é necessário entender que os microrganismos também são seres que podem trazer malefícios a saúde humana, estando associados a doenças transmitidas pelos alimentos, além de outras doenças infecciosas, como pneumonia e até mesmo Coronavírus (Bernardi et al., 2019; Belasco; Fonseca, 2020; Sirtoli; Comarella, 2018).
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