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Navegando por Assunto "Hidrocarbonetos"

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    Análise estrutural e uso de lacase de camarão para a degradação de antraceno
    (2022-10-19) Silva, Larissa Celestino da; Buarque, Diego de Souza; http://lattes.cnpq.br/7609652740088882; http://lattes.cnpq.br/5589996843765879
    Por meio do grande crescimento populacional e desenvolvimento tecnológico, a utilização de recursos naturais tornou-se cada vez mais presente e constante, acarretando também preocupações, medidas e soluções referentes ao ambiente. Neste contexto, o derramamento de petróleo tem afetado os ecossistemas aquáticos. Ademais, o petróleo abrange uma série de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, os quais são pouco voláteis e se depositam no fundo dos ambientes aquáticos. Por isso, o uso de enzimas lacases pode ser utilizada para combater os hidrocarbonetos do petróleo. A estrutura da lacase de L. vannamei apresentou domínios conservados característicos dessa enzima, como aqueles que são importantes para os centros de cobre, uma vez que, os mesmos são responsáveis por realizar a oxidação dos compostos aromáticos. Além disso, a sequência dessa enzima apresentou um percentual de identidade maior quando comparada com as lacases de outros organismos, tal fato pode ser caracterizado devido ao número de posições idênticas existentes entre as sequências de aminoácidos das mesmas. O presente trabalho abordou a utilização de ferramentas de bioinformática para entender a estrutura da lacase e, consequentemente, testar a atividade da enzima na degradação do hidrocarboneto antraceno.
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    Avaliação da contaminação ambiental por hidrocarbonetos do petróleo em sedimentos do rio Ipojuca, Caruaru, Pernambuco, Brasil
    (2021-06-15) Moreira, Thayane Cristina da Silva; Santos, Jandyson Machado; http://lattes.cnpq.br/4137257750865101; http://lattes.cnpq.br/0370512046415428
    A bacia hidrográfica do Rio Ipojuca, estado de Pernambuco, Brasil, apresenta cerca de 320 km de extensão e comporta 25 municípios, sendo um deles, a cidade de Caruaru, que é um município com relevante importância regional, representando aproximadamente 2,43% do PIB estadual. Na região, o rio é utilizado para atividades de lazer, pesca, abastecimento humano, agropecuário e industrial, podendo estar sendo exposto a diversos contaminantes, dentre eles os provenientes do uso de derivados do petróleo. Portanto, é de suma importância avaliar o nível de contaminação e o impacto ocasionado a esses ambientes aquáticos, através da identificação com biomarcadores geoquímicos, objetivando identificar os compostos das classes dos hidrocarbonetos alifáticos (HAs) e os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), que são considerados bioacumuláveis e tóxicos, podendo apresentar potencial carcinogênico e mutagênico. O presente estudo objetivou realizar a caracterização química de dez amostras de sedimentos superficiais coletadas no rio Ipojuca, no trecho relacionado ao município de Caruaru/PE, visando realizar a identificação e quantificação de HAs e HPAs, para se obter o nível de contaminação do sistema aquático. Os HAs foram detectados com números de carbonos de C15 a C37, que através de cálculos de razões diagnósticas, como o índice preferencial de carbono (ICP), indicou fontes de contaminação de origem petrogênica e biogênica nos sedimentos. Também foi identificado os isoprenóides pristano (Pr) e fitano (Ft) em todos os sedimentos, onde a razão Pr/Ft apontou para uma contaminação referente a presença de hidrocarbonetos do petróleo. Para os HPAs, foi possível a identificação e quantificação de 21 compostos, que de acordo com os valores de concentração absolutas e através das razões diagnósticas, puderam classificar o nível de contaminação dos sedimentos do campo de estudo em um grau de moderado a alto, indicando fontes petrogênica e pirogênica na formação da matéria orgânica dos sedimentos. Assim, foi possível inferir que o sistema aquático estudado está com um nível de contaminação relevante para os compostos estudados. Com isso, espera-se que os resultados obtidos possam auxiliar órgãos responsáveis pela preservação e recuperação do Rio Ipojuca.
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    Confinamento eletrônico em hidrocarbonetos policíclicos aromáticos
    (2021-07-23) Ramos, Renata Silva de França; Bastos, Cristiano Costa; http://lattes.cnpq.br/6385190604693576; http://lattes.cnpq.br/6599123329831719
    Os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) são compostos que contém dois ou mais anéis benzênicos geminados em sua estrutura. Sendo assim existem nesses sistemas moleculares elétrons [pi] ressonantes que podem ser considerados como mais fracamente ligados. Essa ressonância é um dos aspectos determinantes da aromaticiade de uma molécula. A ressonância está relacionada à fusão de estruturas de um composto e aos elétrons deslocalizados que distribuem o caráter da ligação múltipla. Esses elétrons [pi] ressonantes dos HPA podem ser vistos como elétrons livres confinados na região da molécula. A teoria quântica traz um modelo intrínseco para o confinamento eletrônico, neste não é considerado o ambiente externo à molécula. Para outra abordagem, o modelo extrínseco, considera-se o ambiente externo à molécula. A abordagem do modelo intrínseco pode ser estudada levando à solução dos espectros eletrônicos das moléculas para este confinamento. No presente trabalho consideramos que nos HPA podemos ter mais de uma região de confinamento. Como consequência direta temos mais possibilidades, por exemplo, para o primeiro estado de transição. Os HPA apresentam transições eletrônicas na região dos espectros do UV-Vis, a qual buscamos nesse trabalho correlacionar com as teorias de confinamento. Utilizando apenas o modelo da partícula em que os resultados são obtidos através do confinamento intrínseco e extrínseco. A menos das energias do nível, as diferenças de energia nas duas abordagens são as mesmas. Aplicamos o modelo intrínseco dos elétrons [pi] para as moléculas de benzeno, naftaleno, antraceno, tetraceno, pentaceno, hexaceno, heptaceno, octaceno, nonaceno e decaceno. Conseguimos prever um pico para o benzeno, um pico para o pentaceno e cinco picos para o espectro do tetraceno. Foi possível prever os comprimentos de onda máximo do UV-Vis para os HPA estudados. Para este modelo a aplicação em HPA se mostrou coerente com os resultados encontrados na literatura. Comparamos esses resultados de comprimentos de onda do espectro UV-Vis utilizando o método de química quântica teórico modelo da partícula confinada e o método computacional ZINDO.
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