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Navegando por Assunto "Frango de corte - Alimentação e rações"

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    Exigência nutricional de lisina digestível para frangos de corte do primeiro ao 21° dia de idade
    (2023-04-19) Feitosa, Hugo Fernando; Holanda, Marco Aurélio Carneiro de; http://lattes.cnpq.br/9825474552364226; http://lattes.cnpq.br/4290075593278883
    A lisina é um aminoácido essencial para frangos de corte, o que significa que o próprio organismo das aves não é capaz de sintetizá-lo em quantidades suficientes para atender as exigências metabólicas e precisa ser fornecido na dieta. A lisina é um componente chave das proteínas e é fundamental para o crescimento e desenvolvimento das aves. Diante disso, objetivou-se determinar a exigência de lisina digestível para dieta de frangos de corte machos, por meio das características de desempenho. O experimento foi conduzido no aviário da Fazenda São João, localizada no distrito de Santa Rita, município de Serra Talhada-PE, no período de 16 de maio a 06 de junho de 2022. Foram realizados dois ensaios que avaliaram as fases de um a sete (ensaio 1) e de oito a 21 dias de idade (ensaio 2). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições. As dietas diferiram entre si quanto aos níveis de lisina digestível, sendo mantida a relação dos demais aminoácidos com a lisina, seguindo o conceito de proteína ideal. Foram utilizados cinco tratamentos de lisina digestível na dieta dos animais até 7 dias de idade: 1,12; 1,24; 1,36; 1,48 e 1,60% e após os sete dias de idade: 1,02; 1,16; 1,30; 1,44; 1,58%. Para cada ensaio foram utilizados 450 animais da linhagem Cobb-500®, distribuídos em 25 unidades experimentais, contendo 18 aves cada. O desempenho das aves foi avaliado por meio de pesagens a cada sete dias e, posteriormente, realizada comparação entre os dados obtidos e os fornecidos pelo manual da linhagem. A determinação do ganho de peso foi calculada por diferença entre o consumo de ração e quantidade de ração fornecida. Correlacionando a pesagem das sobras das rações experimentais foi possível calcular a conversão alimentar. As análises estatísticas foram realizadas por análise de variância, sendo utilizado o teste de Fisher com nível de significância a 5% de probabilidade, com o uso do pacote computacional software R-Project versão 2.13.1 for Windows. Não foram observadas diferenças significativas entre os tratamentos para nenhuma das variáveis analisadas no período de um a sete; oito a 21 e período total (um a 21 dias de idade). Concluiu-se que para um bom desempenho zootécnico de frangos de corte nas fases pré-inicial e inicial, a exigência de lisina digestível nas dietas é de 1,12 e 1,02% respectivamente, e para o período de um a 21 dias de 1,05%
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    Qualidade da carne de frangos de corte alimentados com gérmen integral de milho
    (2018-08-24) Oliveira, Daniela Pinheiro de; Rabello, Carlos Bôa Viagem; http://lattes.cnpq.br/4760288746238700; http://lattes.cnpq.br/5736746816339448
    Objetivou-se avaliar a qualidadeda carne do peito, coxa e sobrecoxa de frangos de corte alimentados com rações contendo diferentes níveis de inclusão do GIM.Foi utilizado um total de648 pintos de um dia de idade da linhagem Cobb500, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado com seis tratamentos e seis repetições, sendo 18 aves por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma dieta referência e cinco dietas testes com a inclusão de 4, 8, 12, 16 e 20% do GIM, respectivamente. As aves foram alojadas em um galpão, dividido em boxes medindo 2x1m e equipados com comedouro tubular e bebedouro nipple. A ração e água foram fornecidos ad libitum. Aos 42 dias foram abatidas duas aves por parcela para avaliação de: pH, capacidade de retenção de água (CRA), força de cisalhamento (FC),perda de peso por cocção (PPC), índice de peróxido (IP) e coloração. Os dados foram submetidos à MANOVA e a análise multivariada de fatores, com valor mínimo de carga para uma variável ser significativa de 0,70 dentro de um fator e o método de rotação dos fatores foi o varimaxraw.Para as variáveispH, CRA e PPC, os três fatores estudados não apresentaram resultadossignificativoscom a inclusão do GIM.Porém, esta análise indicou três principais fatores, onde o fator 1 agrupou todas as variáveis relacionadas a coloração, mostrando que há uma correlação positiva entre as colorações dos cortes (peito, coxa e sobrecoxa) e a adição do GIM nas dietas das aves.O fator 2 agrupou a característica de FC, mostrando inter-relação negativa, demonstrando que o aumento do GIM nas dietas reduziu a FCna carne depeito dos frangos. Já o fator 3, agrupou a característica de IPno peito, expressando inter-relação positiva, onde a adição de níveis mais elevados do GIM na dieta de frangos tendeu a aumentar o IPna carne do peito.Conclui-se que o GIM pode usado até 20% nas dietas de frangos de corte sem alterar a qualidade da carne e que GIM mostrou forte correlação com a força de cisalhamento, o índice de peróxido e com a coloração da carne de frangos.
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