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Navegando por Assunto "Engenharia de pesca"

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    Equiparação de atividade de monitoria acadêmica da disciplina: Introdução à Engenharia de Pesca
    (2021-03-01) Oliveira, Thomas Henrique Lima de; Coimbra, Maria Raquel Moura; http://lattes.cnpq.br/7669497233462075; http://lattes.cnpq.br/3427258257502707
    O Curso de Bacharelado em Engenharia de Pesca da Universidade Rural de Pernambuco - UFRPE foi o pioneiro na América latina. Essa história começou com sonho de um reitor, o professor Adierson Erasmo de Azevedo, que registrou: “Em 1969, conquistei a Reitoria da Universidade Federal Rural de Pernambuco. No meu discurso de posse, introduzi o dogma da interiorização com a frase: a caminhada seguindo o Sol. Escrevi currículos para 11 novos cursos na UFRPE, com muita luta em seu mandato só consegui a criação de cinco, sendo um deles o curso de Bacharelado em Engenharia de Pesca.” Em 1970, o curso foi aprovando, em uma reunião do Conselho de Ensino e Pesquisa da UFRPE por meio da Resolução Nº 12-A/70. A primeira turma iniciou as aulas em 1971 e no ano de 1974 seus integrantes colaram grau e receberam o título de Engenheiro de Pesca. No ano de 1983 a Engenharia de Pesca começou a participar do sistema CONFEA/CREAS. As conquistas iam se somando e, em 2004, o curso recebeu conceito máximo de cinco no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), instituído pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Nestes 50 anos, o curso serviu de modelo para outras instituições sendo de grande valia para a formação do profissional. A disciplina de Introdução à Engenharia de Pesca, com uma carga horária de 45 horas é de extrema importância na formação do futuro profissional, sendo ministrada logo no 1° período da graduação, levando ao aluno uma visão geral e panorâmica do curso. O programa de monitoria que segue a Resolução Nº 262/2001 PREG, regulamenta todas as normas a serem observadas pelos docentes e discentes, desde o papel do orientador e as obrigações do monitor (a). Um dos objetivos da monitoria acadêmica é despertar o gosto pela carreira de docente, tendo como principal metodologia de ensino a interação dos estudantes em sala de aula com aulas expositivas abertas, dinâmica de grupo e atividades extraclasse, motivando a interação de todos os estudantes da disciplina Introdução à Engenharia de Pesca. Os resultados da monitoria foram expressos em questionários de avaliação alunos/monitor ao término de cada vivência com respostas positivas ao trabalho desempenhado pelo monitor.
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    Equiparação de atividade de monitoria acadêmica da disciplina: Introdução à Engenharia de Pesca
    (2023-05-03) Oliveira, Jacicleide Maria de; Costa, Gelcirene de Albuquerque; http://lattes.cnpq.br/5708354454106543; http://lattes.cnpq.br/0648216732717534
    O programa de monitoramento da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) tem como objetivo incentivar os alunos que demonstram interesse e aptidão para uma carreira acadêmica, cooperando com o corpo docente nas atividades de ensino. O programa de monitoramento tem duas categorias: bolsa e voluntariado, com carga horária semanal de 12 horas. O objetivo deste relatório é apresentar as principais atividades realizadas na disciplina de 09100 - Introdução à Engenharia de Pesca no período de 2020-2022. O componente de Introdução à Engenharia de Pesca faz parte do núcleo de conhecimentos básicos e seu conteúdo programático abrange a abordagem do contexto histórico, mercado de trabalho, áreas de atuação, regulamentação do profissional, princípios de formação ética e conhecimento dos ecossistemas aquáticos e seus recursos pesqueiros. A monitoria iniciou em agosto de 2020 a agosto de 2022 e em decorrência da pandemia causada pelo COVID-19. A monitoria no período de agosto de 2020 a outubro de 2021 foi realizada de forma voluntária, com a oferta da bolsa de monitoria a partir de novembro de 2021 até agosto de 2022. Foram realizados nesse período seis períodos letivos, em que dois foram períodos letivos excepcionais (PLE) e quatro períodos letivos regulares. Além disso, componente foi ministrado em diferentes modalidades de ensino: remoto (PLE 2020.3; PLE 2020.4; 2020.1; 2020.2), híbrido (2021.1) e presencial (2021.2). Nos períodos letivos de forma remota e híbrida, as atividades de monitoria consistiram no acompanhamento de aulas, atendimento aos alunos, gravação de tutoriais, elaboração de videoaulas, organização do ciclo de palestras, utilizando as tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) tais como Google Meet, Google Classroom, Canva, YouTube, OCam e WhatsApp. A partir de março de 2022, a monitoria foi conduzida para período híbrido e presencial, algumas TDIC se mantiveram como Google Classroom e Whatsapp, e atividades consistiram na elaboração de aula expositiva, acompanhamento e atendimento aos discentes. A experiência de monitoramento proporcionou a oportunidade de observar diferentes modalidades de ensino para os cursos de graduação da UFRPE, que tiveram que se adaptar ao ensino remoto e híbrido devido à pandemia. Apesar dos desafios do ensino remoto, o conteúdo do curso foi entregue de acordo com seu currículo. O programa teve como objetivo motivar os alunos e promover a excelência do ensino.
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    Implementação de sistema de aquaponia para uso de povos tradicionais do semiárido pernambucano
    (2025-08-05) Costa, Daniel Crispim Borba; Medeiros, Mateus Vitoria; http://lattes.cnpq.br/2723228592205339; http://lattes.cnpq.br/8853503875600288
    Este trabalho descreve as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO) do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), realizado em parceria com o Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA) e a comunidade indígena Pankará, situada na Aldeia Serrote dos Campos, município de Itacuruba – PE. O objetivo central do estágio foi a revitalização, ativação e operação de um sistema de aquaponia agroecológica como tecnologia social voltada à promoção da soberania alimentar, educação ambiental e produção sustentável no semiárido pernambucano. O projeto foi executado em etapas sequenciais, contemplando o diagnóstico da estrutura existente, o reaproveitamento de materiais, a montagem dos componentes, a ciclagem biológica do sistema, o povoamento com Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus), o cultivo de hortaliças em camas de cultivo e substratos alternativos, além da capacitação técnica dos comunitários envolvidos. O trabalho foi conduzido com base em princípios de baixo custo, autonomia local, sustentabilidade hídrica e valorização dos saberes tradicionais. A metodologia incluiu o acompanhamento diário dos parâmetros de qualidade da água, manejo alimentar, monitoramento de mortalidade, além do registro fotográfico e anotações de campo. A atuação extensionista possibilitou, além dos ganhos produtivos diretos, a integração entre conhecimento técnico-científico e práticas culturais locais, fortalecendo a presença da universidade pública em territórios historicamente marginalizados. Apesar de desafios relacionados à logística, infraestrutura e escassez hídrica, o sistema operou com eficiência e apresentou bons resultados preliminares. O presente relatório evidencia o potencial da aquaponia como estratégia viável e replicável em comunidades do semiárido, ao mesmo tempo em que contribui com a formação profissional do discente, ampliando sua vivência prática, sensibilidade social e capacidade de atuação interdisciplinar. A experiência reafirma a importância do diálogo entre ciência, cultura e território para a construção de soluções sustentáveis e inclusivas.
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