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Navegando por Assunto "Ecossistemas marinhos"

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    Influência da heterogeneidade ambiental na dinâmica espaço-temporal da meiofauna: um estudo na praia de Maracaípe, Pernambuco
    (2024-03-08) Nascimento, Ariane Maria do; Guilherme, Betânia Cristina; Silva Filho, Mário Guimarães da; http://lattes.cnpq.br/0770757545098826; http://lattes.cnpq.br/3131730022364100; http://lattes.cnpq.br/5607763576722364
    As praias arenosas são ecossistemas altamente dinâmicos, principalmente na zona entremarés, onde se estabelece um gradiente ambiental que influencia na distribuição dos organismos bentônicos. Dentre estes, encontra-se a meiofauna, composta por microinvertebrados de hábito intersticial e que apresentam alta sensibilidade, alta abundância e rápido ciclo de vida, sendo uma ótima ferramenta em estudos ambientais. Partindo desta premissa, este trabalho tem como objetivo caracterizar a distribuição espaço-temporal da estrutura da comunidade da meiofauna, na zona entremarés, de uma praia arenosa com diferentes subsistemas naturais e uso antrópico. As coletas foram realizadas na praia de Maracaípe – PE, durante os meses de outubro/2021 e julho/2022. Três pontos ao longo da praia com condições ambientais distintas foram selecionados: o primeiro caracteriza-se por um estágio morfodinâmico mais reflectivo e baixo uso antrópico, o segundo apresenta um estágio intermediário e alta ocupação antrópica e o terceiro apresenta um estágio dissipativo, alto uso antrópico, além da presença de recifes e um estuário. Em cada ponto, um transecto foi demarcado, permitindo a coleta nas três zonas do mediolitoral (superior, médio e inferior), em dois estratos de profundidade (0-5 cm e 5-10 cm). Três réplicas do sedimento de cada estrato em cada zona foram coletadas para análise da meiofauna e granulometria, além da aferição de outras variáveis abióticas (temperatura, salinidade, pH, oxigênio dissolvido, condutividade e precipitação). As amostras biológicas passaram pela técnica de flotação com sílica coloidal para separação dos organismos e triagem em placas de dolffuss sob estereomicroscópio. A granulometria foi analisada seguindo a metodologia de peneiramento à seco. Utilizando-se da estatística descritiva, foram realizadas análises univariadas e multivariadas para comparar a distribuição quali-quantitativa dos organismos. A comunidade da meiofauna esteve composta por 9 taxa, com maior abundância de Nematoda, Copepoda e Tardigrada. Foram constatadas diferenças significativas na estrutura da comunidade entre os meses, transectos, zonações e estratos. A comunidade do mês chuvoso apresentou menor densidade. A região da praia que apresentou maior densidade da meiofauna, embora caracterizada por um intenso uso antrópico, também apresenta características naturais únicas e favoráveis para o sucesso da comunidade. As diferenças nas condições ambientais ao longo da praia, como no hidrodinamismo e na granulometria apresentaram influência na distribuição vertical e horizontal dos organismos. Os resultados evidenciam a complexidade da dinâmica da meiofauna em ambientes de praias arenosas, podendo auxiliar na orientação de medidas de conservação adequadas.
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    Testudines do Parque Estadual de Dois Irmãos: Estratégias de conservação e um panorama da invasão biológica
    (2025-03-19) Feijó Filho, Marcelo Brandt; Santos, Ednilza Maranhão dos; http://lattes.cnpq.br/5812920432455297; http://lattes.cnpq.br/5394395434704671
    Os Testudines, conhecidos como cágados, tartarugas e jabutis, constituem componentes importantes na biota de um ecossistema, desempenhando papéis ecológicos importantes para a manutenção da saúde ambiental em ecossistemas aquáticos, atuando como bioindicadores e biomonitores. Este estudo teve como objetivo diagnosticar a fauna de Testudines de água doce de vida livre do Parque Estadual de Dois Irmãos (PEDI), unidade de conservação urbana de Mata Atlântica em Recife-PE, evidenciar aspectos da sua distribuição espacial e sazonal, listar as ameaças a esse grupo e aos ecossistemas naturais que compõem essa unidade de conservação, com ênfase no registro de espécies exóticas e seus impactos. Foram realizados censos visuais, capturas com armadilhas de covos (2019-2020) e análise de dados secundários (artigos, relatórios e bancos digitais). Registrou-se sete espécies: três nativas (Mesoclemmys tuberculata, Phrynops geoffroanus e Kinosternon scorpioides) e quatro exóticas (Podocnemis expansa, P. unifilis, Trachemys scripta elegans e T. dorbigni), além de um híbrido de Trachemys sp. As exóticas ocuparam preferencialmente os açudes de Dentro e Dois Irmãos, ambientes eutróficos com vegetação flutuante, enquanto as nativas apresentaram distribuição fragmentada, com M. tuberculata restrita a poucos registros. A bioinvasão foi associada à proximidade com o zoológico, como fugas, solturas intencionais e conectividade hidrológica. Impactos desta bioinvasão podem incluir competição por recursos, hibridização e alteração de dinâmicas ecológicas. Propõe-se a construção de um plano de ação como instrumento norteador envolvendo monitoramento, técnicas de captura/remoção seletiva, esterilização de invasoras, restauração de habitats críticos, repatriação/destinação e integração com políticas públicas, além da educação ambiental constante e padronização metodológica. Os dados secundários em perspectiva histórica e os resultados deste trabalho reforçam a importância de ações coordenadas e articuladas para mitigar riscos à biodiversidade nativa, principalmente em unidades de conservação.
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