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    Assombrações na estrada do Engenho Barbalho: o fantástico em O cara de fogo, de Jayme Griz
    (2019) Silva, Ivson Bruno da; Pereira, João Batista; http://lattes.cnpq.br/5017161166804446; http://lattes.cnpq.br/7326563008178361
    O presente artigo tem por objetivo identificar o rendimento estético do conto ‘O cavalo fantasma da estrada do engenho Barbalho’, presente na obra O cara de fogo, de Jayme Griz, à luz dos vínculos mantidos entre o fantástico e a história. A partir dos condicionantes teóricos antevistos por Tzvetan Todorov, em Introdução à literatura fantástica, David Roas, em A ameaça do fantástico, e, Walter Benjamin, em Origem do drama trágico alemão, procurou-se vislumbrar a alegoria como categoria analítica que, em diálogo com componentes sócio históricos, propiciou novas abordagens para análise do texto literário. A leitura da narrativa griziana,amparada pelo contexto, permitiu uma remissão à tradição oral, recurso mnemônico capaz de recuperar e perpetuar testemunhos de visagens e abusões na Zona da Mata Pernambucana. No mesmo sentido, as reminiscências que norteiam os múltiplos olhares sobre o texto e os efeitos de hesitação e medo, próprios do gênero fantástico, asseguram a transgressão da percepção de realidade que tende a romper a ideia de normalidade na qual o campo social se sujeita. À guisa de conclusão, sugere-se que a interpretação do conto, pautada no nexo entre texto e contexto, corrobora a manutenção da vacilação e das inquietações mantidas por personagem e leitor diante do sobrenatural que permeia o relato, colocando o homem frente ao insólito e ao inesperado que perpassam a vida.
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    O cão sem plumas, de João Cabral de Melo Neto: fragmento poético-alegórico do humano
    (2023-04-17) Lira, Fabiana Pasini; Pereira, João Batista; http://lattes.cnpq.br/5017161166804446; http://lattes.cnpq.br/1485009160158716
    Este trabalho visa a interpretar o texto poético a partir da alegoria. Para identificar como o recurso alegórico colabora na apreensão da poesia de João Cabral de Melo Neto, adotamos como corpus excertos do poema O cão sem plumas, cuja análise foi norteada por uma abordagem sócio-histórica. Os referenciais teóricos utilizados na pesquisa remetem às obras de Walter Benjamin, João Adolfo Hansen, Erich Auerbach, Umberto Eco e Sérgio Paulo Rouanet. Ao estabelecer uma leitura do poema cabralino à luz da alegoria na Antiguidade Clássica, embasada na retórica, e na modernidade, vinculada à história, o método dialético permitiu registrar um produtivo diálogo entre texto e contexto. A resultante dessas inferências alude à configuração de um cão antropomorfizado ao espelhar o rio Capibaribe, imagem que, deslocada no tempo, permitiu observar o processo de degradação ambiental e a exploração de homens situados à margem do desenvolvimento social.
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