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Navegando por Autor "Santos, Flávia Kleityane da Silva"

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    Cultivo de dinoflagelado Durusdinium glynnii Lajeunesse et al., (2018) em diferentes salinidades
    (2023-04-25) Santos, Flávia Kleityane da Silva; Nascimento, Nivaldo Ferreira do; Abreu, Jéssika Lima de; http://lattes.cnpq.br/6237276943114119; http://lattes.cnpq.br/9158983117944896; http://lattes.cnpq.br/6882235307666767
    Microalgas são seres fotossintetizantes ubíquos em sistemas aquáticos, envolvendo enorme diversidade de formas e funções ecológicas, sendo também aproveitadas em atividades econômicas. De forma geral, apresentam elevadas taxas de crescimento, condição que proporciona alta produção de biomassa em intervalos de tempo curtos. Os dinoflagelados, junto com as diatomáceas, compõem o grupo dos principais produtores primários do fitoplâncton marinho. A maioria dos dinoflagelados são unicelulares, alguns formam cadeias, apresentam assimetria morfológica e dois flagelos distintos. Podem ser móveis ou imóveis, bênticas, planctônicas, simbiontes ou parasitas. Dinoflagelados, em particular as espécies oceânicas, são relativamente difíceis de cultivar em condições laboratoriais, mas são extremamente importantes para estudos ecológicos e fisiológicos, entre os quais destacam-se os relacionados à presença e/ou produção de toxinas. O presente estudo avaliou as características de crescimento do Durusdinium glynnii. A cepa do dinoflagelado endossimbionte D. glynnii, registrada sob número BMK 211, foi doada pelo Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO USP). Os experimentos foram conduzidos de maneira a avaliar o crescimento do dinoflagelado (Durusdinium glynnii) em diferentes salinidades. Foram avaliadas as salinidades 0, 10, 20, 30 e 40 PSU. Pode-se observar que a diminuição progressiva da salinidade resultou na diminuição gradual do rendimento final celular e da taxa específica máxima de crescimento. Com isso conclui-se que, o dinoflagelado D. glynnii, apresenta um bom crescimento a partir da salinidade 20 PSU.
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    Vivência em laboratório de pesquisa de cultivo de microalgas
    (2023-04-26) Santos, Flávia Kleityane da Silva; Nascimento, Nivaldo Ferreira do; Abreu, Jéssika Lima de; http://lattes.cnpq.br/6237276943114119; http://lattes.cnpq.br/9158983117944896; http://lattes.cnpq.br/6882235307666767
    O presente relatório descreve as atividades acompanhadas durante o estágio supervisionado obrigatório realizado no Laboratório de Pesquisa de Cultivo de Microalgas da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), localizado em Recife-PE. Durante o período compreendido de 21 de novembro de 2022 à 30 de janeiro de 2023. As atividades diárias foram realizadas de segunda à sexta, com exeção da obrigatoriedade de cumprir atividades excepcionais, tais como emergências com os experimentos. O Laboratório possui uma boa infraestrutura, equipamentos de ponta e uma equipe capacitada para auxiliar os estagiários. Vale salientar que foi possível realizar meu tabalho de conclusão de curso durante o período de estágio. Hoje, o banco de cepas do laboratório dispõe de 23 espécies de microalgas, sendo 17 marinhas e 6 dulcícolas. A sala onde as cepas de microalgas são armazenadas é mantida a 20 ºC e as cepas são agitadas uma vez ao dia, de segunda a sexta; essas são mantidas em fotoperíodo integral de vinte e quatro (24h) de aproximadamente 2 000 lux. Os processos que envolvem a manutenção das cepas ocorrem a cada quinze ou trinta dias. O estágio proporcionou uma ampla área de conhecimentos oriundos de disciplinas teóricas, de modo que foi possível conciliar a teoria com a prática. Independentemente do local optado para realização deste, seja em laboratório ou empresas, o acompanhamento rotineiro é fundamental como um primeiro contato antes do início da carreira profissional.
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