Navegando por Autor "Sá, Sarah Alencar de"
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Item Revestimento de mucilagem de palma forrageira associada a fitorregulador melatonina na qualidade pós-colheita de batata-doce minimamente processada(2023-08-07) Sá, Sarah Alencar de; Simões, Adriano do Nascimento; Brito, Fred Augusto Lourêdo de; http://lattes.cnpq.br/1051058834812932; http://lattes.cnpq.br/1895049701533568; http://lattes.cnpq.br/9829768562128357A batata-doce está entre as cinco culturas mais consumidas na alimentação humana nos países em desenvolvimento, logo a cultura apresenta múltiplos fins, e consequentemente possui alta importância para a segurança alimentar. Em se tratando de perdas pós-colheita, a batata doce é cultivada como cultura marginal, com baixo investimento e produtividade, a qual sofre restrições na comercialização nos supermercados e na aceitação do consumidor. Para minimizar esses problemas, a indústria proporciona técnicas e métodos de conservação, como o processamento mínimo. Uma tecnologia alternativa e de baixo custo cada vez mais estudada e avaliada como um procedimento para elevar o tempo de vida de frutas e legumes é o emprego de coberturas comestíveis protetoras ou revestimentos alimentícios, estes sendo considerada uma das formas mais eficazes de manter a qualidade e a segurança dos frutos e vegetais. Assim a produção de um biorresvestimento obtido da mucilagem de palma forrageira (Nopalea cochenillifera Salm Dyck) adicionado de melatonina que possibilite um produto comestível, econômico e sustentável se promissor. As seguintes análises foram realizadas durante o armazenamento a temperatura de 5 ± 2 ºC: análise visual, perda de massa fresca, sólidos solúveis totais, fenóis solúveis totais, atividade antioxidante por DPPH, atividade das enzimas polifenoloxidase (PPO) e peroxidase (POD), ascorbato peroxidase (APX) e catalase (CAT). Para batata do controle e batata com mucilagem de palma, a qualidade visual não se manteve durante os dias de conservação, os teores de compostos fenólicos foram menores, a atividade enzimática das polifenoloxidase e peroxidase foram altas. Já a batata com melatonina a qualidade visual foi mantida por mais tempo ao longo da conservação refrigerada, e ainda, as raízes obtiveram altos teores de sólidos solúveis, menor perda de massa e menor atividade enzimática da PPO e CAT. A obtenção desses dados permitiru entender que o revestimento comestível com melatonina se mostra promissor na conservação e manutenção das características sensoriais da batata-doce. Para minimizar esses problemas, o uso do processamento mínimo, do revestimento comestível, e do período de 15 dias de conservação se torna viável para a manutenção da conservação, qualidades sensoriais e organolépticas da batata-doce
