Navegando por Autor "Ribeiro, Rodrigo Matos"
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Item "Língua brasileira”: um passeio pelo inconsciente do português brasileiro através da canção de Tom Zé(2022-10-10) Ribeiro, Rodrigo Matos; Teixeira, Renata Pimentel; http://lattes.cnpq.br/1789141041884024; http://lattes.cnpq.br/9701457002551750Este artigo propõe a análise da letra/poema “Língua Brasileira” de Tom Zé, através dos preceitos da Literatura Comparada, confrontando o texto do compositor, com os textos que, ao longo da pesquisa, foram sendo identificados, enquanto base comparativa, para o processo de construção da letra/poema aqui analisada. Dentre eles podemos destacar o poema “Língua Portuguesa” de Olavo Bilac (1976) e Nau Catrineta (poema anônimo) extraído do romanceiro de Almeida Garret (2000). Buscamos demonstrar como o processo criativo do artista está interligado com as contribuições do “Manifesto Antropofágico” de Oswald de Andrade (1928). Dentro desta perspectiva, encontramos aporte no conceito trazido por Tânia Franco Carvalhal (2006) em seu livro “Literatura Comparada” que trata da “voracidade antropofágica” e vê na reversão de direção entre a periferia e o antigo centro (Europa), onde o representante da cultura periférica e dependente possa passar de devorado a devorador, utilizando a transculturação para acentuar o processo de transformação cultural, caracterizado pela influência de elementos de outra cultura, e assim acarreta a perda ou a alteração dos elementos já existentes. Tom Zé, munido pela antropofagia oswaldiana, investe contra a cultura do colonizador, mutilando-a, espremendo-lhe o suco e extrai dela apenas o que lhe serve. Foi assim no tropicalismo, e continuou assim ao longo de sua carreira.Item Navegar é preciso?: o poeta, o amor e a revolução!(EDUFRPE, 2021) Ribeiro, Rodrigo MatosNascido na Recife do início dos anos 80, O autor é um desses poetas que navegam pelo mundo do encantamento e das coisas. Engajado e atento às atividades humanas, sua poesia passeia pela busca do eu poético, pelas nuances do amor, como também pelas lutas por um mundo melhor e mais palpável. Neste livro, sua poética viaja além-mar e através da intertextualidade dialoga com a poesia de Fernando Pessoa, buscando compreender e ensinar as coisas que só a poesia ensina, pois como diria o próprio poeta “viver é bom, e navegar é preciso.
