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    Diagnóstico parasitológico em animais silvestres mantidos em instituições de conservação ex situ em Recife/PE
    (2022-09-30) Feitoza, Bárbara Feliciano; Oliveira, Jaqueline Bianque de; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/1503294609593660
    Os animais silvestres, são hospedeiros de uma grande variedade de parasitos, incluindo aqueles com potencial zoonótico. O objetivo desse estudo foi realizar o diagnóstico parasitológico dos animais silvestres mantidos no Zoológico do Parque Estadual Dois Irmãos (PEDI) e no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (CETRAS Tangará), em Pernambuco, Brasil. De 2021 até 2022, em total, foram analisadas 288 amostras fecais, sendo 162 (123 aves, 36 mamíferos e três répteis) amostras provenientes do CETRAS e 126 (69 aves, 56 mamíferos e um réptil) do Zoológico do PEDI, onde em 21,9% foram detectados ovos de helmintos e/ou oocistos de protozoários. Os parasitos gastrointestinais identificados nas amostras fecais foram: Capillaria sp., Strongyloides sp., Toxocara sp., Trichuris vulpis, Ancylostoma sp., Kalicephalus sp., Porrocaecum sp., Ascaridida, Oxyurida, Trichostrongylidae, Isospora sp. e Cystoisospora sp. Helmintos obtidos de primatas não humanos (PNH) e em necropsias de aves foram identificados como ascarídeos das espécies Ascaris lumbricoides e Ascaridia hermaphrodita, respectivamente. Os ectoparasitos identificados foram carrapatos Amblyomma longirostre e Amblyomma sp., ácaros Trombiculídeos, piolhos mastigadores Halipeurus sp. e larvas de moscas Philornis sp. Destacase o parasitismo por espécies de elevado potencial patogênico, como A. hermaphrodita, Toxocara canis e Capillaria sp. Além disso, Ascaris lumbricoides, Toxocara sp. e Ancylostoma sp. se destacam por seu potencial zoonótico, o que requer medidas para evitar a transmissão entre os animais e os profissionais que lidam diretamente com eles. Os resultados obtidos auxiliam os profissionais responsáveis pela sanidade e manejo dos animais nas duas instituições de conservação ex situ.
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    Distribuição das espécies de triatomíneos capturadas no ambiente domiciliar, de 2012 a 2017, nos municípios da VIII região de saúde – Petrolina, Pernambuco
    (2019) Silva, Luís Ricardo Soares da; Oliveira, Jaqueline Bianque de; Oliveira, Gênova Maria de Azevedo; http://lattes.cnpq.br/8052027167014113; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/9091568011957300
    A doença de Chagas é uma doença negligenciada, relacionada com precárias condições de vida dos infectados. É endêmica da América Latina, atingindo cerca de 6 a 7 milhões de pessoas. Uma das principais formas de transmissão é a vetorial, a partir de insetos triatomíneos infectados com o protozoário Trypanosoma cruzi. O objetivo deste estudo foi registrar a distribuição das espécies de triatomíneos ao ambiente domiciliar entre 2012 a 2017, na VIII Região de Saúde (VIII GERES) – Petrolina, em Pernambuco, além de identificar a taxa de infecção por flagelados morfologicamente semelhantes à T. cruzinos triatomíneos capturados. A VIII GERES, sediada em Petrolina, compreende 7 municípios da Região do Sertão de São Francisco: Afrânio, Cabrobó, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina e Santa Maria da Boa Vista. Foram capturados 9.738 espécimes de triatomíneos pertencentes a 6 espécies: Triatoma brasiliensis (8.251), T. pseudomaculata (1.323), Panstrongylus lutzi (100), T. sordida (56), P. megistus (7) e R. neglectus (1). Petrolina foi o município com mais espécimes capturados (3.421) e Dormentes apresentou a maior taxa de triatomíneos infectados com flagelados morfologicamente similares à T. cruzi (3,3%). A espécie com maior taxa de infecção por flagelados morfologicamente semelhantes à T. cruzi foi P. lutzi (38%). Estudos de distribuição de espécies de triatomíneos e de taxa de infecção por flagelados morfologicamente similares à T. cruzi devem ser realizados em municípios de outras regiões de saúde de Pernambuco, no Sertão do estado, de maneira a fornecer informações fundamentais para o controle desta importante doença.
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    Educação em saúde para prevenção das doenças tropicais negligenciadas causadas por parasitos, no contexto da saúde única
    (2022-06-03) Silva, Bárbara Cristine dos Santos; Oliveira, Jaqueline Bianque de; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/3799650346827557
    As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) são problemas de saúde pública mundial, doenças endêmicas em países tropicais em desenvolvimento, afetando a população em situação de vulnerabilidade socioeconômica e não recebem atenção necessária por parte dos governantes. Para o controle dessas doenças, é necessária a implementação de políticas públicas, programas e planos de saúde eficazes e educação em saúde, que possibilitem a transformação do indivíduo para que ele possa proporcionar a mudança de sua realidade, principalmente quando se faz o uso de material de apoio e da ludicidade. A abordagem da Saúde Única integra estratégias a partir da visão indissociável entre a saúde humana, animal, vegetal e ecossistêmica. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi produzir material educativo e avaliar sua efetividade para a promoção da saúde acerca das DTN parasitárias que ocorrem em Pernambuco, utilizando a abordagem da Saúde Única. Para isso, foram realizadas ações educativas com material didático lúdico em duas escolas estaduais, localizadas no município de Recife. Para coleta de dados, foi usado um questionário composto por perguntas objetivas e discursivas, antes e depois da ação. Participaram da pesquisa 95 alunos. Em todas as perguntas acerca das DTN e a Saúde Única, foi observado um aumento do conhecimento sobre a temática, com resultados estatisticamente significativos (p≤ 0,05), atestando a eficácia do material e metodologia utilizados. Com isso, conclui-se que a ação educativa foi satisfatória e efetiva para a obtenção do conhecimento acerca das DTN no contexto da Saúde Única, e expressa a importância da realização de ações educativas estratégicas de promoção da saúde.
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    Educação em saúde para prevenção das Infecções de Transmissão Hídrica e Alimentar causadas por parasitos com ênfase na Saúde Única
    (2022-06-03) Silva, Andreza Jocely da; Oliveira, Jaqueline Bianque de; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/3986248628167640
    As Infecções de Transmissão Hídrica e Alimentar (ITHA) atingem, sobretudo, pessoas socioeconomicamente vulneráveis em países em desenvolvimento, sendo as crianças as mais acometidas. As ITHA interferem no desenvolvimento físico e cognitivo das crianças, podendo inclusive levá-las à morte. Abordagens no contexto da Saúde Única são importantes no gerenciamento e controle dessas infecções. Ações de educação em saúde se constituem emestratégias importantes para o controle de doenças, possibilitando mudanças de hábitos que são capazes de contribuir para melhoria na qualidade de vida, sendo o ambiente escolar um espaço conveniente para a promoção, prevenção e educação em saúde. Portanto, o objetivo dessa pesquisa foi realizar atividades, produzir material didático e avaliar sua efetividade para a promoção da saúde acerca das ITHA, utilizando a abordagem Saúde Única, em duas escolas municipais da cidade do Recife, Pernambuco. As ações educativas foram realizadas com alunos do 8º e 9º ano e aconteceram em três momentos: (1) aplicação de um questionário antes das ações educativas, para verificação dos conhecimentos/saberes que eles já tinham sobre a temática; (2) realização das atividades educativas que consistiram de apresentação de vídeo, leitura e entrega de literatura de cordel, jogo de bingo e de tabuleiro humano; (3) aplicação do mesmo questionário após as atividades educativas para verificação dos conhecimentos aprendidos. Em total, participaram do estudo 86 alunos. Na primeira avaliação, 40,2% disseram não conhecer as ITHA; 83,7% informaram não ter ciência de como se dá a transmissão; 82,6% não sabiam as formas de prevenção; 100% não sabiam o que era Saúde Única e 100% não sabiam a relação entre a Saúde Única e as ITHA. Já na segunda avaliação, 100% passaram a conhecer todas as ITHA mencionadas; 81,4% e 83,7% afirmaram ter ciência de como se transmite e se previne as ITHA, respectivamente; 66,3% passaram a entender o conceito de Saúde Única e 24,4% disseram entender a relação entre a Saúde Única e as ITHA. A análise estatística mostrou (p ≤ 0,05) que as ações educativas e o material didático utilizados contribuíram na aprendizagem dos alunos sobre a temática abordada, demonstrando que uma metodologia mais ativa é bastante eficaz para a apreensão e fixação de informações. Os resultados também denotam a importância de as escolas implementarem temas relacionados com a Saúde Única no currículo, pois quanto mais cedo se aprende sobre seu lugar no meio ambiente, mais consciência sobre os impactos causados se tem.
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    Infecção por leptospira spp. em capivaras (Hydrochoerus Hydrochaeris Linnaeus, 1766) de vida livre em Pernambuco
    (2019) Santiago, Ana Claudia da Silva; Oliveira, Jaqueline Bianque de; Nunes, Silvia Gabriela; http://lattes.cnpq.br/3919719588734817; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/5706019965745385
    As capivaras são roedores herbívoros de hábito semiaquático, distribuídos por todo território brasileiro, habitando preferencialmente áreas que tenham corpos d’agua cercados por vegetação arbustiva ou aquática para alimentação e abrigo. As capivaras são hospedeiros de uma ampla variedade de patógenos de importância para a saúde pública, entre eles as bactérias do gênero Leptospira. No entanto, na região nordeste não existe pesquisas sobre os patógenos destes animais. Objetivou-se com este estudo determinar as variantes sorológicas de Leptospira spp. circulantes em três populações de capivaras em vida livre no Recife, em São Lourenço da Mata e em Chã Grande. Utilizou-se para isto, a técnica de Soroaglutinação Microscópica (SAM), empregandose como antígenos 22 sorovares patogênicos e dois saprófitos. O ponto de corte utilizado foi 1:100. Das 21 capivaras estudadas, foram detectados anticorpos antiLeptospira em 13 (61,9%). A prevalência de anticorpos anti-Leptospira interrogans sorovar Icterohaemorrhagiae e anti-L. borgpetersenii sorovar Tarassovi foi 57,1% (12/21) e 4,8% (1/21), respectivamente. Este estudo foi pioneiro no diagnóstico de anticorpos anti-Leptospira em capivaras na região nordeste do Brasil e as informações obtidas contribuirão para a compreensão do papel desta espécie na epidemiologia da leptospirose animal e humana no estado de Pernambuco.
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    Inquérito coproparasitológico e ações de educação em saúde em escolas da rede pública de três municípios de Pernambuco
    (2019) Albuquerque, Maria Eduarda de; Oliveira, Jaqueline Bianque de; http://lattes.cnpq.br/2856383385211373; http://lattes.cnpq.br/0874155179625633
    As enteroparasitoses representam um problema de saúde pública, uma vez que são endêmicas em muitas regiões do país. As infecções causadas por parasitos intestinais são consideradas indicadores socioeconômicos da população, podendo estar associada a vários fatores determinantes, como ausência ou precariedade de saneamento básico, alimentos e água contaminados e alguns fatores socioculturais. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi identificar os parasitos intestinais de escolares da rede pública de três municípios do estado e realizar ações de educação em saúde para diminuir a contaminação por estes parasitos. Foram analisadas 650 amostras de fezes de escolares, de ambos os sexos e com idade de 3 a 15 anos, do ensino fundamental da rede pública de ensino dos municípios de Camocim de São Félix, Salgadinho e Tupanatinga, as quais foram processadas pelos métodos de sedimentação espontânea e Kato Katz (Helm Teste Bio-Manguinhos). Das amostras analisadas,em263(40,46%) foram diagnosticados os seguintes parasitos intestinais: Ascaris lumbricoides (30,30%), Giardia duodenalis (4,61%), Entamoeba histolytica (2%), Hymenolepis nana (2%), Schistosoma mansoni (0,30%), Ancilostomídeos (0,30%), Enterobius vermicularis (0,30%) e Taenia sp. (0,15%). As prevalências nos municípios estudados foram: Salgadinho 94,81%, Camocim de São Félix 15,41% e Tupanatinga 12,79%. Na área urbana, a prevalência foi maior (41,97%). Com base nos resultados, foram realizadas ações de promoção à saúde, por meio da produção de materiais e atividades lúdicas visando a prevenção das enteroparasitoses. Para além de atividades de educação em saúde, são necessários investimentos para ampliar a cobertura de saneamento básico e, assim, diminuir o impacto dos parasitos intestinais na saúde da população.
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