Santos, Mércia Virginia Ferreira dosCandido, João Vitor2026-07-152026-06-30CANDIDO, João Vitor. Estrutura da planta e composição química da forragem da gliricídia [Gliricidia sepium (Jacq.) Steud] submetida a diferentes manejos de colheita na Zona da Mata Seca de Pernambuco. 2026. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Zootecnia) - Departamento de Zootecnia, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, 2026.https://arandu.ufrpe.br/handle/123456789/8899As leguminosas podem contribuir como importante suporte forrageiro. O presente estudo objetivou avaliar a influência de diferentes manejos de colheita sob a estrutura da planta e composição química da Gliricidia sepium (Jacq.) Steud, na Zona da Mata Seca de Pernambuco, durante as épocas seca e chuvosa. O experimento foi conduzido na Estação Experimental de Cana-de-açúcar de Carpina (EECAC), no município de Carpina-PE (7° 50' 58.139" S, 35° 14' 19.522" W). O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso em parcelas subdivididas, sendo a parcela representada pelas frequências de corte (60, 90, 120, 150 dias) e as subparcelas pelas intensidades de corte (25, 50 e 100 cm). As colheitas foram realizadas no período entre março de 2025 a março de 2026, sendo avaliadas as seguintes características: altura de planta (AP), diâmetro de caule (DC) e relação folha/caule, bem como os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e matéria mineral (MM), nas frações folha e caule. O avanço da idade da planta e a menor intensidade propiciou as maiores AP, sendo encontrado aos 150 dias de idade na intensidade de 100 cm (297,79 cm), e as menores alturas aos 60 dias. A maior relação folha/caule foi observada aos 60 dias (2,37), diminuindo ao longo do tempo. O avanço da idade da planta e diminuição da frequência de corte reduziram a qualidade da forragem colhida, para fração caule observou-se menores valores de PB e MM (70,4g PB/kg MS e 70,0g MM/kg MS aos 150 dias), e elevação das frações fibrosas (775,2g FDN/kg MS e 608,0g FDA/kg MS aos 150 dias). Na colheita do período chuvoso, observou-se maiores teores de PB nas folhas, sendo de 259g PB/kg MS aos 60 dias e 258g PB/kg MS aos 90 dias. Embora a intensidade de corte não tenha influenciado significativamente na composição química da forragem, a utilização de cortes mais brandos (50 e 100cm) mostrou-se importante para preservar as reservas orgânicas da planta. Conclui-se que intervalos de corte mais curtos, de 60 e 90 dias, associados a maiores alturas residuais durante os períodos de déficit hídrico, representam o manejo mais adequado para maior persistência da composição química da forragem produzida pela Gliricídia.51 f.pt-BRopenAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/LeguminosasColheitaÉpoca de corteForragemMoirfologiaComposição químicaEstrutura da planta e composição química da forragem da gliricídia [Gliricidia sepium (Jacq.) Steud] submetida a diferentes manejos de colheita na Zona da Mata Seca de PernambucobachelorThesisAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International